Saturday, 26 September 2009

Concientização

Semana do trânsito tem atrações em Palhoça

Cerca de 300 crianças de 1° a 4° série participaram ontem de atividades educativas sobre o trânsito, no bairro Passa Vinte em Palhoça. As crianças tiveram oportunidade de assistir uma peça teatral, e uma palestra educativa alertando sobre os riscos do trânsito.

O evento aconteceu no colégio CAIC do bairro, e contou com a presença da escritora e professora Irene Rios, que há seis anos trabalha com educação para o trânsito.

Algumas escolas de Palhoça também receberam programação diferente, devido à comemoração da semana do trânsito. As atividades ocorreram desde o início da semana. Já na segunda-feira alguns colégios registraram atividades, como o colégio Henrique Estefano Koerich, Venceslau Bueno e ontem no Reinaldo Bengartner. Estão sendo distribuídos cartilhas, camisetas, adesivos e folders educativos.

Na sexta-feira o evento acontece no centro da cidade, na praça central. A conhecida “Rua coberta”, será fechada, e serão realizadas atividades recreativas, seguida da blitz educativa, com ações de conscientização para os motoristas da cidade. Estima-se que mais de 3 mil crianças se envolvam nas atividades até final da semana.

Professora se especializa em educação para o trânsito

Há mais de 20 anos Irene Rios é professora e envolvida com a educação. Nos últimos seis, especializou-se em educação para o trânsito. Em 2005 ela lançou uma cartilha educativa para o trânsito, qual repercutiu entre as crianças das séries primárias.
Logo começou a ser convidada para dar palestras e cursos na área, onde ela vem se especializando. Irene já lançou várias obras relacionadas ao tema, e hoje divide seu tempo como professora universitária e educação infantil.

As palestras de Irene abordam os cuidados que as crianças devem ter ao andar e atravessar as ruas, ao andarem de ônibus, de bicicleta e também como passageiros dos automóveis. Cada palestra participa em média 250 crianças. A professora diz que os resultados são gratificantes, pois as crianças assimilam com facilidade o conteúdo, mas quem deve dar continuidade é a família. “Nas crianças nós construímos a educação, já nos adultos é mais difícil, por que precisamos reformar”, comenta Irene.

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